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Assunto: Que lixo esperamos para este novo sculo ?
País: Brasil
Fonte: Ambiental Lixo Zero
Data: 3/2004
Enviado por: Rodrigo Imbelloni
Curiosidade (texto):
Milnio novo, novo sculo, agenda nova.

A Agenda 21, que no ms de junho completar seu dcimo aniversrio, uma plataforma de esperana para o sculo XXI. Em sntese, a Agenda 21 a carta da sustentabilidade, seja para a espcie humana, seja para o ecossistema planetrio.

Em seus captulos 19 a 22 ela aborda diferentes classes de rejeitos da atividade humana; porm, o captulo 21 dedica-se particularmente aos resduos slidos, em busca de solues para esse problema to avassalador para a sociedade e o Poder Pblico, pois comea em nossas casas e no termina no destino final. Alm disso, em seu captulo 4, ela preconiza a mudana de padres de consumo, porque, tanto quanto a produo, o consumo tambm deve ser sustentvel.

Ora, a sustentabilidade tem alguns aspectos curiosos que raramente passam pela conscincia do cidado no seu dia-a-dia. Quando se afirma que o consumo deve ser sustentvel, dois aspectos, entre vrios outros, so considerados. Primeiramente, a mudana de hbitos de consumo influir na demanda e, por conseguinte, na produo de bens e servios. Isto poupar Terra o esforo enorme de fornecer sempre mais recursos e matrias-primas. E o Planeta agradece! Mas, em segundo lugar, o consumo sustentvel reduzir incalculavelmente a produo de rejeitos, contribuindo para aliviar a Terra de to grande quantidade de embalagens e outros resduos, de lixo, enfim, e o Planeta agradece ainda mais...

Uma pergunta, cuja resposta no pode ser dada agora, sem mais nem menos: o que causa maior dano ao ecossistema planetrio, a excessiva demanda de recursos ou o excesso de rejeitos que o Planeta no pode receber nem processar, e muito menos absorver? Eis uma questo sria, sujeita a investigaes cientficas e pesquisas tcnicas. , sem dvida, uma pergunta que deveria incomodar-nos muito em nossos hbitos cotidianos, quase automticos e inconscientes.

Desde logo, a soluo da problemtica do lixo passa por muitas fases e formas. Contudo, comea pelo esforo em diminuir a gerao do lixo. Depois, pode-se falar em reso, em reciclagem, na compostagem do lixo orgnico, na incinerao de resduos hospitalares e outros igualmente perigosos. E que dizer de resduos execrados, como o lixo atmico? So aspectos que parecem muito distantes de ns; mas no obstante essa iluso, constituem problemas que nos afetam direta ou indiretamente. O lixo tema para uma verdadeira "revoluo cultural". Mais ainda, tornou-se uma questo de conscincia.

Est em tramitao no Congresso Nacional um projeto de lei que dever - esperamos todos- converter-se numa Poltica Nacional de Resduos Slidos. H necessidade de que os cidados se manifestem a respeito, pressionem democraticamente os nossos legisladores e neutralizem os lobbies que representam interesses escusos. hora e vez dos eleitores, do imperativo da cidadania.

Vale lembrar, tambm, que problemas relacionados a lixo podem ser contemplados pela Lei dos Crimes Ambientais, conforme a modalidade e a gravidade das infraes. Administrativamente, tanto na esfera federal quanto nas esferas estaduais e municipais, leis e outras normas contemplam a problemtica dos resduos e impem sanes.

Sem dvida, o imperativo legal necessrio, s vezes indispensvel. Mas, h tambm outro imperativo que deve comandar-nos nas solues individuais e coletivas para os problemas do lixo, sejam eles graves ou leves, cotidianos ou ocasionais: o imperativo tico, ou seja, a conscincia de nossa responsabilidade (pessoal e social) com referncia gerao e ao destino do lixo. Sem dvida, a Educao Ambiental tem papel importantssimo neste assunto.

Queremos e pleiteamos qualidade de vida? justo. No entanto, preciso querer e pleitear sustentabilidade. justo, necessrio, inadivel. Qualidade de vida e sustentabilidade nos dizem respeito. Em qual delas vamos apostar? Com qual delas vamos nos comprometer? Ora, a escolha l