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Assunto: Plstico rgido - O mercado para reciclagem
País: Brasil
Fonte: CEMPRE
Data: 6/2004
Enviado por: Rodrigo Imbelloni
Curiosidade (texto):
O principal mercado consumidor de plstico reciclado na forma de grnulos so as indstrias de artefatos plsticos, que utilizam o material na produo de baldes, cabides, garrafas de gua sanitria, condutes e acessrios para automveis, para citar alguns exemplos. Mas os avanos tcnicos da identificao e separao das diversas resinas, bem como equipamentos e tecnologias mais modernas de reprocessamento, vm abrindo novos mercados para a reciclagem do plstico.

Atualmente so recicladas cerca de 13 mil toneladas de plsticos por ms, em toda Grande So Paulo. Os plsticos ps-consumo so responsveis por 49% do total reciclado pelos 180 recicladores da Grande So Paulo que reciclam 16% do total produzido. No Rio de Janeiro so reciclados 18,6% do total.

As resinas plsticas em 2002 foram destinadas para: embalagens (39,73%), construo civil (13,67%), descartveis (11,55%), componentes tcnicos (8,04%), agrcola (7,67%), utilidades domsticas (4,72%), outros (14,62%).

Quanto reciclado?

17,5% dos plsticos rgidos e filme consumidos no Brasil retornam produo como matria-prima, o que equivale a cerca de 200 mil toneladas por ano.Deste total, 60% provm de resduos industriais e 40% do lixo urbano, segundo estimativa da ABREMPLAST (Associao Brasileira de Recicladores de Materiais Plsticos).

Conhecendo o material

Leve, resistente e prtico, o plstico rgido o material que compe cerca de 77% das embalagens plsticas no Brasil, como garrafas de refrigerantes, recipientes para produtos de limpeza e higiene e potes de alimentos. tambm matria-prima bsica de bombonas, fibras txteis, tubos e conexes, calados, eletrodomsticos, alm de baldes, utenslios domsticos e outros produtos. O Brasil consome 3,9 milhes de toneladas de plstico por ano. Dessas, aproximadamente 40% com vida til curta. O plstico pode ser reprocessado, gerando novos artefatos plsticos e energia.

Qual o peso desses resduos no lixo?

O peso varia muito conforme a cidade. No Rio de Janeiro, por exemplo, o plstico em geral corresponde faixa de 5% a 7% do lixo. Em Curitiba a fatia de 6%.

Sua histria

Em 1862, o ingls Alexander Parkes produziu o primeiro plstico. Durvel e leve, o material tornou-se um dos maiores fenmenos da era industrial. No entanto, como em princpio, no biodegradvel, o plstico passou a sofrer crticas de setores ambientalistas mais radicais. A reciclagem, que comeou a ser feita pelas prprias indstrias para reaproveitamento de suas perdas de produo, tem contribudo para reduzir o impacto dos aterros de lixo. Alm da questo ambiental, em termos econmicos o desperdcio no se justifica: usando plstico reciclado, possvel economizar at 50% de energia.

E as limitaes?

Diversidade de Resinas Plsticas

Existem sete diferentes famlias de plsticos, que muitas vezes no so compatveis quimicamente entre si. Ou seja, a mistura de alguns tipos pode resultar em materiais defeituosos, de baixa qualidade, sem as especificaes tcnicas necessrias para retornar produo como matria-prima. So os seguintes os plsticos rgidos mais comuns no mercado brasileiro:

a) polietileno tereftalato (PET), usado em garrafas de refrigerantes.

b) polietileno de alta densidade (PEAD), consumido por fabricantes de engradados de bebidas, baldes, tambores, autopeas e outros produtos.

c) cloreto de polivinila (PVC), comum em tubos e conexes e garrafas para gua mineral e detergentes lquidos.

d) polipropileno (PP), que compe embalagens de massas e biscoitos, potes de margarina, utilidades domsticas, entre outros.

e) poliestireno (PS), utilizado na fabricao de eletrodomsticos e copos descartveis. O Cempre dispe de publicaes que facilitam a identificao de cada uma dessas resinas.

Rgidas Especificaes do Material

Os vrios tipos de po