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Curiosidades


Assunto: Bioplstico ganha espao no mercado industrial
País: Brasil
Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2591/bioplastico_ganha_espaco_no_mercado_industrial/
Data: 11/2011
Enviado por: Rodrigo Imbelloni
URL: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2591/bioplastico_ganha_espaco_no_mercado_industrial/
Curiosidade (texto):
O plstico convencional, usado por muitas empresas e presente na casa de boa parte das pessoas, provm do petrleo que vem se extinguindo das reservas naturais. Diante disso, o bioplstico surge ento como alternativa mais sustentvel. Segundo a empresa alem DW, 4% dos estoques mundiais do leo bruto so para a fabricao do produto. Pelos menos seis quilos de CO2 so jogados no ar para cada quilograma de plstico durante o processo de produo. Em contrapartida, aos poucos o bioplstico (composto por plantas ou leo vegetal) se consolida no mercado. Diante da imensa procura por produtos sustentveis, muitas empresas procuram adequar-se ao novo padro buscado pelo consumidor e que, consequentemente, significa reduo nos impactos ambientais. O representante da Duales System GmbH, Norbert Voell, empresa que indiretamente responsvel pelo sistema de reciclagem de lixo na Alemanha, afirma que vantagem para empresa ter uma imagem ecolgica. Segundo ele, o cliente fica mais satisfeito. "Evidentemente, melhor saber que os legumes orgnicos que se compra no supermercado vm embalados de forma ecolgica do que no saco plstico convencional", acredita Voell. Atualmente, at as empresas que nunca tiveram preocupao ambiental esto investindo neste novo e promissor setor. Assim, quem usava produtos feitos de petrleo hoje d preferncia prtica verde. Wal-Mart e Coca-Cola, por exemplo, j usam plsticos biodegradveis como o poliactide, derivado de milho. A empresa petroqumica Braskem percebeu o grande negcio ao utilizar a indstria nacional de etanol canavieiro para produzir o bioplstico, sendo que o Brasil lidera mundialmente a produo de acar. Em 2008, inclusive, a Braskem produziu o trofu do GP Brasil com o plstico verde. Quando fala-se em bioplstico h divergncias de opinies, entre os que o caracterizam como uma boa alternativa e aqueles que questionam se o produto no ir contribuir para o aumento do desmatamento ou cessar rapidamente as plantaes, como aconteceu no sul da sia, onde diversas reas florestais foram devastadas e no lugar plantaram lavouras de palmas para a produo de leo de dend. Para evitar que situaes deste tipo ocorram no Brasil vrios projetos esto em andamento. Uma parceira entre Brasil e Alemanha, no Senai Climatec de Salvador (BA) aponta uma das solues: produzir plstico a partir dos restos da cana-de-acar, descartados pelas fbricas de etanol da regio. Desta forma, os bagaos no so queimados e, consequentemente, no emite dixido de carbono na atmosfera. Por conscincia ecolgica ou por exigncia do mercado, a indstria em geral busca alternativas sustentveis. No entanto, o mercado global de plstico ainda majoritariamente tradicional, com menos de 1% de sua produo vinda de uma origem ecolgica. O processo de produo do biosplstico gasta menos energia, porm tem um custo maior. Por enquanto, espera-se que as pesquisas apurem o grau de benefcio para o meio ambiente, considerando todos os pormenores da produo. Com informaes do portal DW-WORLD.DE.