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Assunto: PRS E CONTRAS DE RECICLAR PLSTICOS
País: Brasil
Fonte: http://www.plastico.com.br/revista/pm323/plastivida.htm
Data: 11/2011
Enviado por: Rodrigo Imbelloni
URL: http://www.plastico.com.br/revista/pm323/plastivida.htm
Curiosidade (texto):
Autor: SILVIA PIEDRAHITA ROLIM Geralmente os plsticos manufaturados chegam ao final da vida til da sua aplicao original praticamente sem modificaes substanciais nas suas caractersticas fsico-qumicas. Boa parte dos plsticos de fcil identificao e separao, oriundos de programas de coleta seletiva, pode ser reciclada mecanicamente com benefcios ambientais. Uma das alternativas para os resduos plsticos, componentes dos resduos slidos urbanos difceis de identificar, a produo de madeira plstica. O processo admite a mistura de diversos tipos de plsticos que podem ser perfilados ou moldados em vigas e moures, bem como dar origem a produtos tais como bancos de praas, coretos, barreiras de som, paletes e piers, entre outros. Porm, como parte dos resduos plsticos composta por pequenos itens dispersos e por plsticos com muitos contaminantes, devido mistura com resduos orgnicos, o custo ambiental e econmico da separao e limpeza destes materiais para a reciclagem mecnica, no compensa. Caso a reciclagem mecnica no se justifique, a recuperao de energia pode ser uma maneira eficiente, em termos ambientais e econmicos, de recuperar o valor embutido nos resduos plsticos. Reciclagem energtica consiste em recuperar a energia contida nos resduos slidos urbanos na forma de energia eltrica ou trmica. Vale lembrar que a presena dos plsticos na composio dos resduos urbanos extremamente positiva, pois esses materiais possuem alto poder calorfico, liberando grande quantidade de calor quando submetidos a temperaturas elevadas. O Brasil ainda no faz a reciclagem energtica. Mas, pases que adotam essa modalidade, como a ustria e a Sucia, alm de criar novas matrizes energticas, conseguem reduzir em at 90% o volume de seus resduos, ndice relevante para cidades com problemas de espao para a destinao dos resduos slidos urbanos. A principal desvantagem desse tipo de reciclagem o custo elevado das instalaes, dos sistemas de controle de emisses e operacional, somado exigncia de mo-de-obra qualificada como forma de garantir o perfeito funcionamento dos equipamentos. Reciclagem qumica promove despolimerizao dos materiais plsticos para a obteno de gases e leos, a serem utilizados como matria-prima na fabricao de outros polmeros com as mesmas propriedades das resinas originais. O processo tambm permite a utilizao de misturas de diferentes tipos de plsticos, mas tem custo muito elevado, o que explica o reduzido nmero de plantas em operao no mundo. reciclagem mecnica consiste na converso fsica dos materiais plsticos em grnulos, que sero transformados novamente em outros produtos. As etapas prvias reciclagem mecnica dos plsticos ps-consumo so: a coleta, a separao por tipo de plstico e a retirada de rtulos, tampas e outras impurezas, como grampos de metal e partes componentes de outros materiais. As etapas da reciclagem mecnica so: separao, moagem, lavagem, secagem, aglutinao, extruso e granulao.