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Tratamento de Chorume (lixiviados) no aterro de Gramacho - COMLURB - Rio de Janeiro

  • 1. A Estao de Tratamento de Lixiviados do aterro de Gramacho, operada pela COMLURB, no Rio de Janeiro, foi construda em 1998, sofreu algumas modificaes em seu processo original e entrou em operao regular, atendendo a todos os parmetros determinados pelo rgo de controle ambiental (FEEMA), no final do ano de 2.001

  • 2. Foi projetada para uma capacidade de tratamento de 380 m3/dia, mas est tratando apenas 100 m3/dia, com trs membranas de nano filtrao (duas em operao e uma em stand by), pois o chorume excedente tem sido recirculado com 2 pipas d'gua (cerca de 600 m3/dia), que irrigam as pistas internas de servio, eliminando as emisses de poeira decorrentes do trfego intenso de veculos

  • 3. O custo operacional est em torno de R$ 16,50/m3, portanto dentro dos parmetros internacionais para estaes deste tipo (US$ 5,00/m3)

  • 3.1 O Chorume, recolhido na trincheira perifrica de captao conduzido ao sistema de tratamento para a Lagoa de Equalizao, de grande capacidade, que funciona como pulmo do sistema, absorvendo as variaes de vazo ocorridas devido grande rea do aterro e pela influncia das chuvas

  • 4. O chorume armazenado na Lagoa bombeado para a Peneira Mecnica, onde retirado o material slido fino, e da conduzido diretamente para o Tanque de Homogeneizao

  • 5. A homogeneizao realizada por um Misturador instalado na unidade

  • 6. Aps ser equalizado e homogeneizado, o efluente bombeado para o Tanque de Mistura, onde ocorre a dosagem de suspenso de cal, sendo a mistura feita por um misturador rpido instalado na unidade

  • 7. A mistura recalcada para os Decantadores de cal reagida, onde o lodo proveniente da coagulao qumica sedimenta sendo posteriormente removido por descarga de fundo tendo destinao final no prprio aterro

  • 8. O efluente clarificado escoa por gravidade para os Tanques de Pr-Sedimentao, onde ocorre a sedimentao de lodo qumico no sedimentado nos Decantadores de cal reagida, evitando desta maneira o deposito excessivo de material na tubulao que conduz ao Decantador Primrio, diminuindo as chances de bloqueio na linha

  • 9. No Decantador Primrio, do tipo circular, ocorre a sedimentao do lodo proveniente da coagulao qumica no retido nas etapas anteriores

  • 9.2 O sobrenadante do Decantador escoa, por gravidade, para a Elevatria de Efluente Decantado e desta bombeada para o Tanque de Aerao, onde ocorre o tratamento por via biolgica aerbia, em nvel secundrio

  • 9.3. A homogeneizao e o fornecimento de Oxignio so promovidos pelos aeradores mecnicos de superfcie de baixa rotao, tipo fixo, permitindo que os microorganismos (bactrias), na presena de Oxignio e nutrientes, degradem a matria orgnica presente no efluente, por metabolismo aerbio

  • 9.4 A mistura escoa, por gravidade, do Tanque de Aerao para o Decantador Secundrio, onde os flocos biolgicos (lodo ativado) formados no Tanque de Aerao, so separados continuamente da fase lquida

  • 9.6 O lodo sedimentado na unidade de decantao removido continuamente, atravs de removedor mecanizado, para a Elevatria de Lodo Secundrio. As bombas da elevatria de lodo recalcam o material de volta para o Tanque de Aerao. A vazo de retorno de lodo determinada atravs de um medidor tipo calha Parshall instalado na entrada do Tanque de Aerao

  • 9.7 O sistema de desidratao de lodo constitudo por adensador esttico, prensa desaguadora e sistema de condicionamento do lodo adensado, por dosagem de polieletrlito, atravs de bomba dosadora. O efluente sobrenadante conduzido por manobra de registros para a elevatria de retorno.
    O lodo adensado bombeado por meio de bomba centrfuga helicoidal para a prensa desaguadora, composta pela prensa propriamente dita, floculador mecnico, compressor de ar e bomba de lavagem da tela da prensa. O lodo desidratado deve ser acondicionado como lixo e retornado ao aterro

  • 9.9.1 O Tanque Pulmo recebe o efluente do filtro de areia, onde ocorre a dosagem de cido Clordrico, com o intuito de promover uma leve acidificao do meio, evitando a precipitao de sais de clcio da etapa de filtrao em Membrana de Nanofiltrao

  • 9.9.2 O efluente acumulado no Tanque Pulmo posteriormente recalcado para a unidade de Nanofiltrao

  • 9.1.1 O lodo sedimentado removido continuamente pelo Removedor Mecanizado e descartado ao longo do dia para o Poo de Lodo, de onde recalcado para o adensador

  • 9.5 O lquido sobrenadante, transborda para a canaleta efluente e da conduzido, por gravidade, para o Poo de Suco

  • 9.8 O efluente do Poo de Suco bombeado para o filtro rpido de areia que tem a funo de proteger as membranas da Unidade de Nanofiltrao. Periodicamente deve ser feita uma retrolavagem deste filtro. O efluente desta operao deve ser retornado lagoa de Equalizao

  • 9.9 O controle do teor de slidos no tanque de aerao realizado atravs do descarte do excesso de lodo biolgico estabilizado para o poo de lodo

  • 3.0 Tratamento Tercirio