Textos e Trabalhos Ténicos

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Encontrado(s) 10 Trabalho(s) Técnico(s) no assunto MANUAIS

Clique para acessarGerenciamento de Resduos de Servios de Sade

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais

Clique para acessarManejo e Gesto de Resduos da Construo Civil

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais

Clique para acessarManejo e Gesto de Resduos da Construo Civil - volume 1

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais

Clique para acessarMANUAL DE GERENCIAMENTO DE RESDUOS DE SERVIOS DE SADE

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais
Resumo: A proposta de descentralizao das aes da Vigilncia Sanitria e Ambiental nos servios de sade e as constantes mudanas e exigncias nos conceitos de promoo sade e proteo do meio ambiente, impulsionou a publicao pela ANVISA da RDC No 306 em 07 de dezembro de 2004, que dispe sobre o Regulamento Tcnico para o gerenciamento de resduos de servios de sade. Com a citada legislao surgiu a necessidade da elaborao de um Plano de Gerenciamento de Resduos de Servios de Sade e, conseqentemente, a elaborao do presente manual. A Superintendncia de Vigilncia Sanitria e Ambiental da SES apresenta um manual que propiciar ao estabelecimento de sade a construo do seu PGRSS, passo a passo. Destacamos a legislao presente e a anexamos para facilitar a consulta. Com tal instrumento acreditamos estar cumprindo a nossa misso, eminentemente preventiva, no sentido de nos anteciparmos a grandes problemas sanitrios.

Clique para acessarManual de Gerenciamento de resduos de servios de sade

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais
Resumo: No Brasil, devido falta de uma poltica que discipline a questo dos resduos slidos no pas, rgos como a Agncia Nacional de vigilncia Sa- nitria ANvISA e o Conselho Nacional do Meio Ambiente CONAMA tm assumido o papel de orientar, definir regras e regular a conduta dos diferentes agentes que geram resduos de servios de sade. Dentre os vrios pontos importantes das resolues da ANvISA (RDC no 306, de 7 de dezembro de 2004) e do CONAMA (Resoluo no 358, de 29 de abril de 2005) destacam-se: a responsabilidade dos geradores pelo gerenciamento dos resduos at a disposio final; a exigncia de se fazer a segregao na fonte; a orientao para tratar a frao dos resduos que real- mente necessitam de tratamento; e a possibilidade de soluo diferenciada para a disposio final, desde que aprovada pelos rgos de meio ambiente, limpeza urbana e de sade. No mbito do Estado de Minas Gerais, h evidncias de que a maioria dos estabelecimentos de sade tem dificuldades para implantar o Plano de Gerenciamento de Resduos de Servios de Sade PGRSS na fase intra- estabelecimento, por falta de capacitao dos colaboradores, e na fase extra- estabelecimento, por falta de opo de locais licenciados para a disposio final adequada dos resduos slidos urbanos e de servios de sade. Especificamente a Deliberao Normativa COPAM no 97, de 12 de abril de 2006, que fixa prazos para adequao pelos geradores s exigncias da Resoluo CONAMA no 358/2005 e estabelece diretrizes para a disposio final adequada dos resduos dos estabelecimentos dos servios de sade, por si s ainda no conseguiu modificar a realidade vigente nos municpios mineiros. Para reverter esse quadro, a Secretaria de Estado de Sade, por inter- mdio da vigilncia Sanitria vISA e da vigilncia Ambiental vA, a Secreta- ria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentvel SEMAD, por intermdio da Fundao Estadual do Meio Ambiente FEAM, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional e Poltica urbana SEDRu e o Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear CDTN, visando cumprir seus papis institucionais como entidades pblicas, uniram esforos para a criao do Projeto Mineiro de Sade e Ambiente Sustentveis. Dentro desse contexto, as entidades parceiras realizaram um seminrio em Belo Horizonte, em abril de 2007, para representantes das reas da sade e do meio ambiente, com o objetivo de definir um plano de atuao para oti- mizar o gerenciamento intra e extra-estabelecimento de servios de sade no Estado, considerando as necessidades especficas dos municpios. O passo a seguir foi a realizao de seminrios em quatro macro-regies, no segundo semestre de 2007, a fim de capacitar multiplicadores para o gerenciamento correto dos resduos de servios de sade. Dando continuidade ao projeto, realizou-se em 2008 o II Ciclo de Semi- nrios, com a participao de representantes de seis macro-regionais. Trata-se de um processo de induo de melhoria contnua das condies de geren- ciamento dos resduos de servios de sade no Estado, com o objetivo de atender s resolues da ANvISA e do CONAMA, mas, principalmente, de assegurar melhores condies laborais aos trabalhadores envolvidos em toda a cadeia e preservar a qualidade do meio ambiente.

Clique para acessarManual de Gerenciamento de Resduos para a Indstria de Tintas e Vernizes

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais
Resumo: com satisfao que o Sindicato da Indstria de Tintas e Vernizes do Estado de So Paulo - Sitivesp apresenta o Manual de Gerenciamento de Resduos para a Indstria de Tintas e Vernizes, produzido com a co- laborao das empresas associadas que fazem parte do Departamento de Segurana e Meio Ambiente do Sitivesp. Essa publicao foi elaborada com conhecimentos atuais e fornece as diretrizes bsicas para o gerenciamento de resduos. Alm dos cui- dados citados, cada empresa deve verificar a melhor forma de contro- lar os seus resduos de maneira a causar o menor impacto possvel ao meio ambiente. Acreditamos que este trabalho ser til s empresas nossas associadas e demais empresas e lhes facilitar o cumprimento das normas legais.

Clique para acessarManual de Gerenciamento de Resduos SEBRAE

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais
Resumo: Primeiro, a lagoa ficou preta. Depois, os peixes comearam a morrer. Por fim, as autoridades declararam a terra condenada. Stefano Galli estende a mo trmula sobre seus hectares envenenados e conta a histria de um negcio bom demais para ser verdade. Aps comprar sementes numa loja local de insumos agrcolas num dia primaveril de 1999, o fazendeiro de 67 anos da mbria foi abordado por um vendedor que o persuadiu a testar um novo fertilizante em sua terra. O negcio: 500 kg grtis, com um aperto de mos para comprar mais no futuro se ele ficasse satisfeito. Sem o conhecimento de Galli, a palha escura que ele espalhou em seus campos de trigo, milho e legumes era lixo industrial altamente txico. Depois das primeiras chuvas pesadas, os peixes comearam a boiar em uma lagoa que recebe as guas escoadas. "Sinto minha terra morrendo diante dos meus olhos", diz Galli, para quem a fazenda conservada por sua famlia talvez j no tenha nenhum valor. A histria narrada parte de uma matria publicada pela revista "Business Week" e embora parea distante da realidade brasileira, uma vez que aconteceu na Itlia, poderia perfeitamente encaixar-se em vrios episdios da gesto inadequada de resduos no Brasil. Muitos casos de negcios que perdem valor por conterem resduos txicos mal gerenciados, o famoso passivo ambiental, que entra diretamente na conta de quem deseja vender seu negcio ou comercializar os seus produtos, j foram observados no Brasil e no Estado do Rio de Janeiro. No Brasil, alm de desvalorizar o seu negcio (ou, at mesmo, inviabiliz-lo) a gesto inadequada de resduos crime ambiental e pode acarretar em altas multas e at priso do responsvel. Por um lado, a legislao ficou mais restritiva, os rgos ambientais mais exigentes e a sociedade mais consciente; por outro lado, o empresrio vem percebendo a importncia dessas questes e passou a buscar solues adequadas que, em muitos casos, resultam em benefcios econmicos concretos para seu negcio. No caso da gesto de resduos slidos, as boas prticas revelam-se altamente rentveis para o empresrio. As tcnicas de reduo na fonte, substituio de matria-prima, reutilizao e reciclagem podem trazer reais benefcios econmicos, alm de evitar a exposio do negcio aos riscos dos passivos ambientais (desvalorizao ou perda total da atividade). Com o objetivo de fornecer subsdios tcnicos aos empresrios do Rio de Janeiro para melhor gerenciar os resduos oriundos de seus processos industriais, a FIRJAN e o SEBRAE-RJ uniram esforos para desenvolver este Guia Prtico, que apresenta de forma objetiva uma viso geral dos tipos de resduos, tcnicas de gesto e tratamento, e resposta a dvidas mais freqentes.

Clique para acessarManual para gerenciamento de resduos perigosos

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais
Resumo: Este manual poder ser utilizado em todas as unidades da Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho (Unesp) como direcionador das atividades que gerem resduos perigosos. Ele contm informaes bsicas obtidas junto a legislaes nacional e internacional, alm de outras fontes. Apresenta um breve histrico sobre as atividades geradoras de resduos perigosos e suas principais correntes, e ainda noes sobre boas prticas de laboratrios e in- formaes sobre uso e manuteno de Equipamentos de Proteo Individual (EPI) que, frequentemente, se fazem necessrios. O manual tem como objetivo orientar quanto correta carac- terizao, passivao e disposio final de resduos gerados nas de- pendncias da Unesp, oriundos das atividades de ensino, pesquisa e extenso, que possam impactar negativamente a qualidade e a disponibilidade dos recursos naturais para futuras geraes. Com a implantao do Programa de Gerenciamento de Resduos (PGR), do qual este manual faz parte, pretende-se criar entre os ge- radores de resduos, uma cultura baseada no trabalho cooperativo entre gerador e universidade. Principalmente nas questes que envol- vem: minimizao, segregao e destinao dos resduos gerados.

Clique para acessarMANUAL TCNICO LIMPEZA E DESINFECO DE SUPERFCIES HOSPITALARES E MANEJO DE RESDUOS

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais

Clique para acessarPerfil de recicladora de plstico

Idioma: Portugus
Assunto: Manuais
Resumo: Este manual tem como objetivo fornecer informaes tcnicas e econmicas bsicas para a montagem de uma empresa de reciclagem de termoplsticos em cidades com populao acima de 100 mil habitantes. O produto a ser ofertado o plstico granulado, obtido preferencialmente a partir de sucata pr-selecionada de polietileno, destinada s indstrias fabricantes de artefatos/peas plsticas, moldadas principalmente por extruso, injeo e sopro. O perfil apresentado foi dimensionado para processamento de 823,7 ton/ano de sucata pr-selecionada de polietileno, resultando na produo de 633,6 ton/ano de polietileno de alta densidade e |polietileno de baixa densidade reciclados. O investimento total projetado da ordem de US$ 160.000,00(cento e sessenta mil dlares), incluindo investimento fixo e capital de giro, para uma receita operacional anual estimada em US$ 316.000,00 (trezentos e dezesseis mil dlares).